O tempo, que sempre escorrera pelos meu dedos, agora passava como um conta-gotas de uma conversa desinteressante...A morte em si sempre me apavorou de um jeito muito pessoal, mas a solidão que eu sentia naquele lugar parecia muito pior...
Padrões havia sido abandonados e o que era dominante na minha mente estava escondido.
Minha mente tinha sido aberta, e eu agora tinha mais controle sobre o furacão emocional que me dominava sempre que havia uma brecha.
Novas experiências, um novo mundo, a independência, a solidão..
.A paixão rápida, as vontades contrárias, e minha consciência me dizendo que eu tinha que voltar atrás...porque aquele mundo
- tão popular e maravilhoso, tão pintado de rosa pelos que o veneravam-
por mais que eu o amasse,
não era o meu.
Jenny Green
22.12.2012
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