quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Meia noite

num canto adormecido com flocos de neve derretendo enquanto o sol raia e os passarinhos cantam no calor do meio dia Enquanto isso, os corpos celestes conversam - mensagens através das folhas das árvores - o vento atrai suas presas para uma boca sem fundo para um corpo sem fim uma vida sem sentido riscando a delicada estrutura da terra varrendo as pessoas para o breu com a velocidade de um raio que atravessa o céu na floresta tropical umida, fria, fechada perigosa e escondida no efêmero e imprevisível clarão da meia noite. o texto mais SEM SENTIDO do planeta n.L 29/09/10 Jenny Green

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