Aquele olhar-
Distante, e ao mesmo tempo tão perto
Fingido, mas por vezes soa tão sincero
Sensível, e ao mesmo tempo tão duro
Que me aquece, mas mesmo assim é tão frio
Indecifrável, e as vezes tão óbvio
Transparente, que esconde tantos segredos
Mutante, e ao mesmo tempo tão decidido
Tão atento e tão distraído
Quieto e mesmo assim tão extrovertido
Calmo como uma tempestade,
Claro como a luz do anoitecer
Distante, e ao mesmo tempo tão perto
Fingido, mas por vezes soa tão sincero
Sensível, e ao mesmo tempo tão duro
Que me aquece, mas mesmo assim é tão frio
Indecifrável, e as vezes tão óbvio
Transparente, que esconde tantos segredos
Mutante, e ao mesmo tempo tão decidido
Tão atento e tão distraído
Quieto e mesmo assim tão extrovertido
Calmo como uma tempestade,
Claro como a luz do anoitecer
Áspero e mesmo assim tão suave Ora feliz ora triste, com o humor sempre em uma constante de fatos que não mudam a realidade
Tão enigmático e tão simples
Tão discreto e mesmo assim tão atraente
Tão bonito e tão indiferente
Tão experiente mas tão jovem
Tão igual, porém inconfundível
Ah eu poderia escrever um poema sobre aquele olhar
Quem me dera decifrá-lo ,Quem me dera ter palavras para descrevê-lo por completo
Quem me dera entendê-lo...
Ah se eu pudesse pegá-lo para mim para analisar cada traço, cada linha, cada característica... E descobrir todas as nuances de cores em um olhar tão uniforme.
Uma constante de mudanças
Tão bipolar
27/06/2010
Jenny Green

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